terça-feira, 11 de maio de 2010

I'd rather be alone...


Acabei de me aperceber que não consigo trabalhar com gente. Não por mim, que Lord knows I tried, mas pela falta de capacidade das pessoas se comprometerem, das mentes captas, do medo constante que elas têm de arriscar, de ambicionar mais! I'm done! Não consigo continuar a diminuir-me pelos outros! Sou uma pessoa que precisa dum certo espaço para crescer!
Eu até gosto de pessoas, mas não dá mais! Primeiro, porque me vêem sempre como algum tipo de líder que nunca tentei ser. Depois porque ambição está em crise nos outros mas para mim sobra-me. Além disso, porque as pessoas diminuem-se até proporções ridículas! Não consigo mais com estas mentes quadradonas! Preciso de ser livre e os outros não me deixam!
Sou capaz de tudo, por mim. Gosto, pelo menos, de acreditar que sim. Gosto de experimentar, ver, tentar, falhar, recomeçar! Não fico presa no seguro e estou farta que me tentem prender a esse nível.
Não posso com mais gente!
DEIXEM-ME VOAAAAAAR!!!!!!!!!!

domingo, 18 de abril de 2010

A Épica batalha de mim comigo mesma


As pessoas tendem a admirar-me. Uns vêem-me como coragem, outros como diferença. Alguns vêem a voz que eles não têm, vêem a força. Os realistas vêem o sonho, os sonhadores vêem a vontade.
Eu tenho um sonho sim, grande, enorme.
Vejo-me contigo a meu lado, chegares ao final da semana da força aérea cansado mas feliz.
Vejo um apartamentozinho só para nós, com um estúdio branco.
Vejo as minhas sobrinhas, princesinhas perfeitas, e o meu maninho com a menina dos sonhos dele.
Vejo-me com a minha sócia a criar uma grande marca de renome a nível internacional através das minhas criações. Vejo a minha mãe a meu lado na passerelle quando as modelos passam vestidas por mim, pelas minhas mãos. Vejo o público aplaudir de pé.
Vejo tudo, perfeito. Não quero ser rica nem poderosa, quero ser feliz. Quero ter as pessoas, quero ter o mundo. Mas sinto-me fraca demais para isso. Não vejo a força, não vejo as capacidades.
Tenho medo de nunca entrar em Design de Moda como quero, e tenho medo de entrar mas não conseguir acabar. Tenho medo de te perder, tenho medo que o mano afinal não queira assim tanto as princesas. Tenho medo que a minha sócia não se associe, ou que nem vá para Gestão e que tudo não passe de um sonho. Tenho medo de não ter o que é preciso para ser grande no mundo da moda e tenho medo de ter tudo mas acabar por me perder.
Tenho imenso medo da vida... Tenho imenso medo de mim...
Morro de medo de crescer!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Mente Pesada


Tenho um certo problema em libertar a mente. Ando com mega-minipreocupações.
Fiu

quarta-feira, 17 de março de 2010

Lust?


Tenho uma mente que não controlo... A minha capacidade de desejo tem uma vida separada de mim e nem tento que ela pense comigo!
Vejo o ser humano como um ser que deve ceder a prazeres carnais...
E estou farta que as pessoas se tentem controlar!

Hail for Lust!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Crise de Identidade


Não sei exactamente quem sou...Melhor, não sei bem o que sou.
Consequentemente, já não sei o que quero...
No fundo, acho que quero tudo e portanto acabo por já não querer nada!
Estou assim... Agregam-me imensas etiquetas, gótica, punk, louca, queimada, junky, artista... Enfim! E eu continuo na minha imensa ignorância de mim própria!
Queria ser estilista, daquelas de renome! E queria ser diva... Idolatro a Marilyn Monroe (eterna) pela presença e estilo e a Dita Von Teese pela atitude incontornável. E no entanto, não quero ser exactamente nenhuma das duas.
Quero ser única mas já não sei como o fazer. Quero ser louca, quero ser diferente! Não quero ser mais uma!
Considero-me uma pessoa com ideias próprias e no entanto já não sei o que penso. Considero-me uma pessoa original e dou por mim a ver referências.
E penso, "e se for semelhante nalgo? Que mal há?". Mas logo o minha pergunta me consome. Não! Jamais! Nunca mais uma! Sempre aquela, única, especial... perfeita...
Perfeição, raio de termo... Quero ser perfeitamente perfeita, assim mesmo, exacta! E saber que nunca serei faz a minha idealização o mais ideal, o mais perfeito!
É estranho... Sou óptima com factos e interpretações e não me consigo traduzir, nem da maneira mais vaga. Sou louca! E até essa loucura é um tanto ou quanto indefinida...

Estou Perdida!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Presença


Há mulheres indiscutivelmente bonitas, sem dúvida. Mas acho que estamos a começar a desvalorizar a presença, a classe.

Li algures por ai que colocaram Angelina Jolie no mesmo patamar de Marilyn Monroe... e quis morrer!

Porquê? Porque idolatro a presença e a cultivo ao máximo isto indigna-me!

E estou realmente chateada...





Já não há amor à classe, só ao Photoshop!


Pffff.... Estou revoltada com a imprensa =/

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Why do you wanna be Pretty?


Porquê da loucura? Dos piercings e da obsessão pela diferença? Porquê o cabelo rapado?
Auto-mutilação. Simplesmente e em toda a sua essência! Fazer com que as pessoas tenham medo, destruir a beleza.
Nasci bonita. Porquê não sei, mas foi assim. Integro o dom da sedução, tenho a capacidade de deixar olhos rolarem... Não fiz por isso, nunca tentei. Aliás, tenho medo disso. Temo que aqueles de quem gosto nutram por mim mais do que amizade, que as pessoas passem pela rua e gostem... Tenho medo do poder da minha própria beleza! Tenho deforma-la, distorcê-la. Quero não ser bonita, quero ser normal, quero ser comum!
Não consigo evitar... Nunca consigo... Desde os trolhas amargos dos beirais, aos colegas e amigos que estimo e cujos corações não quero (da maneira alguma!) massacrar! Quero que os olhos deles passem por mim sem olhar! Quero não ser bonita! Quero não ser perfeita! Quero deformar a beleza, distorcer a sensualidade!" Quero acabar com tudo!!!!!

Why do you wanna be Pretty...

If beauty hurts that much?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Blue Pride


Tenho orgulho de ser azul, tenho orgulho de ser estranha, tenho orgulho de ser diferente!

Sou uma gaja orgulhosa


Ninguém me vai deitar abaixo!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

I Hope You Die


Todos os dias algo me relembra porque odeio tanto aquele homem... Desde os berros às proibições, passando pela forma possessiva e neurótica como tenta controlar a vida de toda a gente.
A agoniante sensação de que vou ter que conviver com ele naquele momento, todos os dias.... Quero fugir! Quero sair daqui, para bem longe...
Quero que desapareças da minha vida! Quero que morras!
Porque fazer um filho é fácil, viver com ele não...
Não te consigo considerar meu pai, porque não o és... Deixaste de o ser quando nem tentas-te...
Daddy, I hope you die...
(and I mean it, more and more each day)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Princess lost her Shine

Ando desencantada com a vida... Ninguém me dá um motivo válido para retirar o rabo da cama todos os dias de manhã!
Vou todos os dias para a escola com o intuito base de aprender... Quando chego, a primeira coisa que me pedem é para não pensar, para não ser crítica! Fazem-me encornar (que é, realmente, o termo correcto) aquilo que querem que os meninos digam e o pensamento que fique lá bem preso. E ai dele que pense em sair!
Os rebeldes, deliquentes, inconformistas, irreverentes são os maus, são aqueles malandros de críticos pensantes que têm a ideia (vinda não sei de onde) de que nasceram com uma coisinha entre as orelhas a que os entendidos chamam cérebro. E que raio de ideia!
Impõe-nos (sob a pena de exclusão do círculo da normalidade) que deixemos de pensar e que aceitemos de braços abertos (e vácuos no crânio) aquilo que os outros, com autoridade na sua maioria devida pura e simplesmente à idade, pensaram para nós.
Aqueles que tentam pensar por si são aberrações, são estranhos e, como insulto supremo produzido por vácuos em lugar de cérebro, são estúpidos. O que me desencanta!
Desencanta imenso pois fui eu amaldiçoada com um cérebro, um maravilhoso cérebro, que me violenta de formas variadas se eu me curvo por momentos perante essa falta de pensamento denominada de normalidade.
E dizem os antigos que o Parvo merece o céu, porque é feliz sem culpa. Sorte o Parvo ter a idade que tem, porque se nascido hoje seria um aluno encornador e teria uma belíssimo vácuo para preencher com ideias de outrém. E não seria feliz ou não teria o céu, porque hoje ser feliz é ser culpado, pois os infelizes sofrem com isso. No fim, o Parvo não iria perceber a sua vida e acabaria no suicídio, que é pecado, e consequentemente no Inferno! Mas seria normal!
E eu desencanto-me... Porque quero pensar, quero críticar e julgar! Quero ter ideias próprias! E ninguém me deixa pensar! Ninguém! E é triste... Porque o normal é o Parvo e Gil Vicente é estúpido por ter usado o cérebro para o pensar.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Quero mesmo fazer!


Quero mesmo mesmo mesmo!
O rapaz é que não acha tanta piada á brincadeira...
E tenho um bocado medo das dores...
Mas acho que sim!

sábado, 12 de dezembro de 2009

Vida atribulada ^^"




Marilyn Manson @ Campo Pequeno (1 Dezembro)


Eu Fui!!!! (e amei taaanto!)

Cabelo Azul
Eu tenho! Desde ontem ^^
Gosto muitíssimo =)






quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Decidi fazer um Resumo à nossa história

Tudo começou quando uma timida menininha de 7ºano reparou, por momentos, naquele rapaz rodeado de gente. E ele era lindo, e ela nem sabia quem raio era ela prórpia. Era uma menininha confusa, com tendências um tanto ou quanto auto-destrutivas. E aconteceu, o rapaz lá teve uma curte com uma amiga dessa menininha. Que mais poderia ter acontecido, aliás? Não seria a coisa mais normal?! A ela, pareceu-lhe. Afinal, era uma Freakzinha discreta, não era normal. Não tinha nada.

Pouco tempo passou, alguns meses. Outra viagem, o mesmo rapaz. A tal amiga, essa, estava enrolada com outro rapazito, algum Don Juan perdido. Como conseguia ela perder tal relíquia?! Ninguém sabe, mas ainda bem que o fez. E então o rapaz reparou nela, na Freakzita discreta. Que estranha a sensação de se sentir algo especial. E o rapaz meteu conversa, quis curtir tal como os jovens se habituaram, de maneira simplificada. Mas quem disse que a nossa menina era simples? Deu um não simples, embora a alma lhe implorasse para que a resposta fosse um "sim". Que interessa?! O corpo não reagia ao cérebro, estava ali com aguém que a deixava fora de si por algum motivo desconhecido.

Passou o dia. Passaram meses e ocasiões. Voltou a opurtunidade, 15 dias de Verão juntos. Quem disse que não há segundas oportunidades?! O rapaz mete conversa, ela reage na mesma. Despreza. O corpo reage sozinho, ela implora ao corpo que reaja ao coração. O corpo segue a lógica. O rapaz passa para outra, lá vai mais uma menina. Porque haveria a Freakzita de querer alguém tão versátil?! Nunca niguém disse que as pessoas são muito racionais, apenas o necessário.

Depois vem a maravilha das telecomunicações. A nossa Freakzita não é tão criança assim, tem corpo e mente. É simplesmente traumatizada, timída, assustadiça... Ganha a força para mandar uma mensagem de telemóvel. Uma só, com um olá. E custa, quase que doi carregar as teclas. Sente-se parva, mas manda. E começam as conversa. Dias e noites a fio, desde o "bom dia" logo de manhã, a um "boa noite" quando as forças já não permitem mais que os olhos se mantenham abertos. Começam segredos, partilhas. Ela renasce, ele ninguém sabe muito bem, ambos mudam. São amigos, são confidentes. Ela vê-se a crescer, aceita a pessoa que é, torna-se uma Punk revoltada. Agora é livre! Ele chora, ela chora. Ambos riem. Ele faz com que ela prometa que não vai ter tendências suicidas, ela promete. A vida é linda, o mundo é cor-de-rosa, juro ter até visto flores cair do céu. Coisas acontecem.

Terceira oprtunidade para todos. São próximos, mas não se vêem à muito. Têm um dia. Ele vai para a terceira tentativa, ela fá-lo voltar de mãos vazias. Começam discuções, problemas milimétricos chegam a proporções assustadoras. Ele tem uma queda por uma rapariga, ela que já tinha problemas com essa rapariga redobra-od, quer matar ambos. Eles discutem mais e mais, deixam de se falar.

Ela chora, meses a fio. Doi-lhe o coração. Denomina-o Personal Jesus por tudo. Já é grande, vai para o secundário, vai mudar tudo, não tem nada a temer. Pelo menos é o que ela pensa. Depois de alguns meses desiste, quer ser mais, quer ser forte. Conhece nova gente, apaixona-se, convenientemente, pelo primo duma das melhores amigas. O Personal Jesus dela está desaparecido em combate, não voltou a ouvir nada dele e não sabe muito bem se quer ou não. Tenta convencer-se que está melhor agora. É em vão. Tenta ser feliz com o outro rapaz. Acaba por não acontecer nada, o rapaz arranja namorada. Ela está para morrer, nada corre bem. O orgulho doi-lhe imenso, Agarra no telemóvel, escreve uma mensagem enorme cheia de tudo o que lhe vai na alma, envia. Personal Jesus, o número ainda está no telemóvel, ela pensa que já não devia estar. Manda a mensagem na mesma, tem saudades dele. Imensas.

Recomeça a conversa. É tudo lindo, trás alegria. Ele está mal. Ela está preocupada. As referências às ganzas assustam-na, tem medo de o perder outra vez. Vive-se com isso. Encontram-se algures, ele faz uma despedida emotiva, ela tem vontade de chorar mas é orgulhosa. Reencontrou os braços onde se sente bem. Passam meses, encontram-se mais vezes. Intensificam-se os sorrisos, ele chama-lhe raio de sol. Ambos agradecem a sem dizer nada. Estão perdidos um pelo outro, ambos têm medo. Ele têm mais coragem, dá-lhe um beijo. Ela pensa que está a realizar aquilo que devia ter feito há já 4 anos. Sente-se parcialmente culpada, ams brutalmente feliz.

Ficam juntos. Entre apresentações a amigos, os outros têm medo dela. Toda a gente pergunta se ele não é muito mais velho a ela, a ele perguntam se a mais velha não é ela. É o caos. São um casal estranho. Ele continua a fumar, ela continua a ser louca. Ambos mantêm os olhos e não há dicussões. O tempo passa, ainda estão juntos. São perfeitos. Têm uma união completa e usam e abusão da paixão em todos os sentidos.

Passou um ano desde que namoram. Ainda não houve discussões. Ainda ninguém se fartou. Ainda há paixão, calor e tudo mais. Ainda riem juntos. O mundo ainda é cor-de-rosa (embora eles gostem de outras cores) e ainda se vêem flores a cair do céu.

É Primavera todo o ano.

sábado, 14 de novembro de 2009

=)


Há 1 ano contigo...

Parabéns (atrasados)

foi o melhor ^^

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Factos

Sou um coração molinho, com um couraçado a toda a prova. Luto com uma raiva furiosa e uma força espantosa, mas deixo-me levar pelos meus com uma assustadora facilidade.


Gosto de falar. Sou faladora. Falo do tudo e do nada. O silêcio incomoda-me, dá-me para escrever coisas. Quando estou sozinha gosto de ter música. O silêncio assusta-me.

Tenho medo do escuro sempre que estou sozinha, custa-me adormecer sem agarrar nada.

Ando sempre de preto porque gosto de preto, porque sempre gostei de preto, porque preto é lindo e magnífico.

Nunca tive a ambição de ser gótica... ou Punk... Os outros é que me consideraram isso. Sempre fui simplesmente eu própria, nunca segui etiquetas.

A Liberdade é o meu maior tesouro. Sou incrivelmente livre.

Odeio que me digam que vou mudar com a idade. Hoje, sou feliz. Os adultos parecem sempre tão tristes. Se mudar deixo de ser eu, se deixar de ser eu deixo de ser feliz. Se deixar de ser Feliz não vale a pena ficar cá.

Gosto de piercings porque sim, não porque se insere nalgo. Tenho tantos furos ainda para fazer! Lingua, lábio, mamilo, pulso... E tatuagens! Muitas, muitas também...

O mórbido dá-me realmente gozo, não é fita. Morder dá-me mesmo prazer e espetar as unhas é bom, não há motivos alternativos para o fazer.

Gosto de me morder. A dor traz-me de volta. No entanto nunca me cortei nem nada do género, é dores mas pequenas. Morder, unhas... Não passa daí.

Tenho um medo tremendo de lâminas, apesar das achar incrivelmente belas.

Escrevo porque gosto de pôr o que sinto em papel. Não consigo ler o que escrevo alto, bloqueio completamente.

Não gosto de falar do que escrevo.

Gosto de abraços e beijinhos como as pessoas normais.

Tenho uma obcessão pela moda. É a paixão da minha vida e (espero eu) a minha futura carreira.

A moda da estação nem sempre segue o bom gosto.

Ando com uma crise de imaginação.

Só me confessei uma vez na vida, por obrigação. Mesmo assim, o pecado nunca me pesou na consciência.

Tenho aspirações a Satânica. Não quero tornar isso oficial para não matar os meus avós de ataque cardíaco.

Tenho ar de anjo, mas com toda a cobertura isso desvanece.

Gosto de estar nua.

Adoro o cheiro humano.

Sou diferente, tenho noção disso. Sei que me olham de lado, que comentam. Não interessa. Sou boa pessoa.

Tenho noção que posso ter qualquer rapaz comigo... Más o meu é o único que alguma vez me atraiu realmente.

Sou bissexual... Não sou lésbica por causa do meu rapaz.

Tenho um sério problema com crianças. Dão-me cabo do sistema.

Adorava matar alguém, mas tenho medo da minha consciência.

A minha consciência tem uma vida separada de mim.

Às vezes penso mesmo que tenho multipla personalidade.

Cada vez que o meu pai diz algo de mau, penso como seria para ele saber que já quis morrer.

Csda vez que o meu pai critíca o meu rapaz, gostava de saber como seria a reação dele se soubesse que é pelo menino que eu estou viva.

Tenho curiosidade em saber como é levar um tiro.

Tenho sonhos premonitórios de vez em quando.

Não acredito no destino, mas sei que o destino faz coisas.

Quando for grande quero ser pequena.

...

Factos... Confissões...

Gosto de libertar a alma de vez em quando...

domingo, 25 de outubro de 2009

Tese: O Freak


O Freak.

O que é?
Antes de responder a essa questão, veremos quem define o Freak.
Quem define o Freak são as pessoas ditas normais, comuns, sem nada que as distinga na multidão: As Ovelhas!
Estas mesmas ovelhas, fazem mééé em sintonia, todas no seu branco imaculado de igual lã. Não saltam as olhos, se passarem por nós não damos por elas. São a maioria. Elas apontam o dedo ao Freak.


O Freak é a ovelha que decide dizer miiii, ou mááá... Que tem lã de superior qualidade, amarela, azul, preta... As mais refinadas podem chegar a ser às riscas, ou a ter manchas. É aquela que não se conforma a que lhe digam para ser branca, porque sim! É a ovelha que não se deixa ficar pela relva simples, mas que saltita em busca de novos sabores, de novos odores. É a ovelha que, quando separada de tudo o que conheçe, vai à descoberta!


O Freak é aquela ovelha feliz. Aquela que não segue o rebanho, aquela se grita, que se liberta!

É diferente. É a ovelha que choca, e que se ri de si mesma. É aquela sem medo de se afirmar.


O Freak é a ovelha que todos queremos ser, mas que desprezamos.


Sou Freak, tenho orgulho!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

11 Meses contigo

"estranho, nunca ninguém a que eu perguntei me disse que era feliz"

SOU FELIZ! =)

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Existencia ^^



E já pareço eu, já nem me reconheço, pelos saltinhos que vou dando pela Avenida abaixo. Ou acima! Ou em qualquer lugar, em qualquer direcção. Por estradas e escadarias, assente em pontas de pés, lá vou eu! De sorriso rasgado nos lábios a largar brilho!

E não me reconheço quando, guiada pelo instito, faço do teu corpo meu! Não reconheço os anos passados, não sei muito bem quem sou.

E no entanto, sei! Sou eu, na mais pura e real versão. Sou aquela personalidade única que é aquela, simplesmente, sem descrição certa nem palavras.

E pronto, não sei muito bem quem sou... mas de outro modo, nem seria eu!

Sei uma coisa, sim...

Sou feliz contigo!

domingo, 6 de setembro de 2009

=D


Adoro o teu ferrinho =)

sábado, 5 de setembro de 2009

Quem disse que...

só me dar com gente louca é mau?

(^^)

Amo a minha gente =)